sábado, 16 de agosto de 2014

Fenix




Você morre e  renascer todos os dias
você acredita você esquece
Esquece de quem ama
esquece seus objetivos
Mas quando você chega ao fundo de todas as coisas podres
Você esta sozinho e não quer olhar no espelho
Esta é a hora de enfrentar os medos
Dar as mãos para si mesmo e olhar para dentro de si
Você encontra algo que brilha e te faz chorar
Você não esta sozinho você tem a si mesmo
Como um sopro minha alma é transparente para 
Aqueles que podem enxerga-la e a querem como é
Meus gritos foram abafados por muito tempo 
Por alguma coisa que hoje não encontro sentido
Eu queimo de dentro de para fora 
Ma eu sei quem eu sou 
E vou brilhar para todos os que me amam.

Vênus

terça-feira, 22 de julho de 2014

Silêncio








Você leu a minha alma e suas inverdades
estamos a procura de um lugar para chamar de lar
a eternidade coube dentro de um olhar
cheio de promessas e esperanças.
Tão longe que as palavras não podem alcançar
e dentro das nossas mentiras somos um, 
não estou pedindo para ficar
estou implorando para não partir
Talvez eu ajoelhe em uma prece esperando não ser tarde demais
E todas as minhas suplicas estavam no silêncio de cada lágrima
que percorreu lentamente meu rosto até desaguar no vazio,
aceitando que meu coração esteja totalmente entregue á
a melhor parte de mim: VOCÊ.


Vênus








domingo, 25 de maio de 2014



Atravessou meu corpo rasgando meus protocolos
fervendo meu sangue e deslizando
Mergulhou nas minhas emoções
Sabia cada passo cada  membro
Cortando o ar
De dentro para fora me causa
Arrepios tremores tudo esta desabando
Mãos, dedos, sentimentos, pensamentos
Pulsa cronometrando tempo controlando o vento
Despi-me do orgulho e dos colares
Elevando do chão perdendo a razão
Eternizei cada segundo
deixe-me levar e ser completa
doce Vênus estou em seu caminho uma vez mais.

Capitú por Capitú





quinta-feira, 22 de maio de 2014

Contrações verticulares prematuras





Apenas me dê a mão e podemos esquecer todo o resto
Um segundo a canção das batidas de seu coração
elas me salvam e sempre irão me salvar.
Segurando ou não a sua mão
Olhos cheios de promessas e expectativas
Porque a subida é desgastante mas a vista é linda
Deixar que todo esse sentimento navegue nas veias do teu corpo
Eu ainda posso segurar você como se fosse a primeira
Vamos nos permitir
Voaremos juntos sobre as pessoas no mundo
Enxergando além do que elas precisam
Deixar os passos que ficaram para trás, atrás
Me beije todos os dias como uma despedida
Esse amor me consome me fortalece me faz ser como sou
Não vou soltar sua mão agora
Não vou soltar sua mão nunca.

Capitú por Capitú



quinta-feira, 1 de maio de 2014

Soneto do Amor Maior


Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu,que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre,fica triste
E se a vê descontente,dá risada.

E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração,e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal-aventurada.

Louco amor meu,que quando toca,fere
E quando fere vibra,mas prefere
Ferir a fenecer -e vive a esmo

Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado,doido,delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.

Vinícius de Moraes

Reforma


Decisões, decisões, decisões...
Deixar de toma-las também é uma decisão.
Não fazer planos pode ser o melhor plano.
Se os instintos não respondem
é porque não estão preparados para o recomeço
mas sim para a reforma! Apenas mudar conceitos, refazer idéias
enquanto a estrutura ainda é a mesma.
Complexo? Não, apenas mulher!
Assumidamente "MULHER"!

Vênus

Quebra - cabeças






Aquele pedaço de céu era meu
eu o vi caindo partiu-se em milhões de pedaços
reconstruí para ter novamente alguma coisa em que acreditar
porque este sentimento envolve e te engole por inteira
aceitação é mais fácil do que rejeição
era uma obra de arte agora é rascunho
não lhe causa impacto, não lhe causa náusea não lhe causa nada
Vivendo de momentos que não fazem parte de coisa alguma
Olhar para o céu esperando por algum milagre
eu o vejo desabar novamente
Caindo cada pedaço de mim.

Vênus
















segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Sombra e água fresca








Joguei fora as velhas vestes
tatuadas as histórias antigas
quero rascunhar coisas novas
jogar tinta nas minhas telas
cores ousadas das quais não
 me pertenciam por escolha, por medo talvez
não no desespero mas sim na calmaria
como opção não como fuga
a passos de formiga e com muita vontade
sem escravidão sem dor
o meu estado é independente
e não há o que temer.

Vênus