Aquele segredo em seu peito que será eterno
apenas nas minhas mais doces lembranças que é onde tudo
encontra um sentido mais bonito do que estas pobres palavras podem lhe dar.
Se houvese um jeito iria mandar-lhe todos os poemas do mundo
pois em algum estaria registrado o que eu sinto e sei que você leria.
Me diria que não é platônico, e que esta sentado naquela mesa
de nosso velho bar ouvido o jazz e tomando o de sempre.
E as estrelas continuam anunciando a noite para pessoas como nós
ousadas, corajosas, bêbadas, despudoradas e felizes.
Que bebemos nossas noites e cuspimos gargalhadas, que não eramos um casal
eramos apenas bons amigos se nossos corações não tivessem nos traído.
Queríamos por na ponta do lápis ou inventar alguma van filosofia para
justificar toda aquela loucura e assim sem matemática
achar uma formula que a fizesse durar para sempre.
Fomos eternos dentro daquelas noites, fomos eternos naqueles lugares.
Há tempos não vou aquele bar, revive algo em mim que não sei controlar então me pego
escrevendo uma canção ridícula sobre o quão se pode ser feliz
sem se ter nada apenas a insana vontade de viver uma paixão.
Capitú por Capitú

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